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domingo, 24 de março de 2013

O natural desnaturalizado

O natural desnaturalizado
O amor oscilante
O carinho que quero dar

A fuga dele de mim
A aproximação singela

O outro dia.
O fim do momento.
A volta das saudades infinitas

O silêncio, que insisti em ficar aqui, mesmo sem pedir

domingo, 17 de março de 2013

Tenda

Beijei um vestido branco ao lado da tenda.
Foi bom.
Ele não estava lá, me senti livre, me senti bem.
Não quero mais estar ao seu lado.
O estranho é ainda me preocupar com ele, e ainda sentir que devo alguma coisa.
Mas não devo nada a ele, apenas para mim.

Seguir em frente. Não olhar para trás, esquecer suas presença, ser indiferente.
É isso que estou buscando.

Por mais duro que possa parecer é o que devo fazer.

quinta-feira, 14 de março de 2013

quarta-feira, 13 de março de 2013

Aperto no peito

Foi na primeira viagem
Foi na segunda viagem
Foi na terceira viagem
E nessa viagem, já não existe mais "há".
De alguma forma meu coração ainda sente o que sentiu nas 3 viagens.
Mas agora não terá mais a conchinha da volta, os beijos doces que matavam a saudade

Ele se afasta a cada dia que passa
Eu tenho medo.
Porque vejo que meu coração e minha mente insistem em querer estar próximo dele.

Ainda sinto um aperto no peito, mas agora está mais forte.
Talvez o aperto tenha reconhecido que não haverá mais volta da viagem.
Afinal ele se foi na última, e nunca mais voltou.

sábado, 9 de março de 2013

A certeza da dor da saudade

Hoje acordei sentindo falta de você meu bem.
E é inevitável não lembrar dos momentos que nos sentimos.
As lágrimas caíram depois de muito tempo, e o aperto no coração voltou.
Só que agora essas lágrimas e aperto no coração são menos desesperador, mas ao mesmo tempo demonstram que eu não tenho mais esperança de nada, que não tenho mais expectava de nada. Mesmo ainda pedindo que um dia a gente volte a ficar junto. Talvez seja a única coisa que eu possa fazer: pedir, desejar.
Saudade que dói, saudade de você, saudade da gente.

E eu queria mandar para você esses escritos, mas não posso mais.


sexta-feira, 8 de março de 2013

Amar de forma camarada

Amar...
Como é bom amar.
E infinitamente, como é bom amar quando se é correspondido.
Sinto falta disso.
O amor não é ruim, não se deve culpar ele por nada. Hoje em dia não culpo nem a nós, seres humanos viciados em paixão por não saber amar de forma camarada.

Estou aqui esperando que a camaradagem encontre o amor que está aqui dentro de mim.

Que não demore.

Diria Ernesto, o Chê.

Não sei se foi expectativas o que criei. Espero que não. Mas talvez tenha recriado a confiança. Fiz errado! Admito isso. 
Como depositar confiança em alguém que não considera o amor-camaradagem que lhe ofereço? 
Porque dei para o outro lado de novo a oportunidade de estar comigo?
Para que? Porque? 
Os desejos não podem ser maior do que a razão que construir durante esses tempos. E logo ela, que demorou tanto para se assentar em minha mente e no meu coração. 
Uma evolução deve ser colocada, o choro agora parece ser forçado. Quando faço um pequeno esforço ele se vai, e as lágrimas nem mesmo escorrem pelo rosto. Isso não significa que estou ficando mais fria, mas prevejo que me torno agora uma nova mulher, mais confiante em si mesma e de certa forma mais forte. Sei que preciso confiar mais nos meus passos, e com toda certeza pensar mais nos próximos. Não quero caminhar para trás de novo, não quero dar os dois passos para trás de novo, eu quero seguir em frente, andando com tranquilidade, sem correr. E agora melhor, pois prefiro não olhar para trás. As lembranças me parecem falsas, e até mesmo criadas por mim. 

É hora endurecer-me, mas sem perder a ternura jamais. Diria Ernesto, o Chê.