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sexta-feira, 8 de março de 2013

Diria Ernesto, o Chê.

Não sei se foi expectativas o que criei. Espero que não. Mas talvez tenha recriado a confiança. Fiz errado! Admito isso. 
Como depositar confiança em alguém que não considera o amor-camaradagem que lhe ofereço? 
Porque dei para o outro lado de novo a oportunidade de estar comigo?
Para que? Porque? 
Os desejos não podem ser maior do que a razão que construir durante esses tempos. E logo ela, que demorou tanto para se assentar em minha mente e no meu coração. 
Uma evolução deve ser colocada, o choro agora parece ser forçado. Quando faço um pequeno esforço ele se vai, e as lágrimas nem mesmo escorrem pelo rosto. Isso não significa que estou ficando mais fria, mas prevejo que me torno agora uma nova mulher, mais confiante em si mesma e de certa forma mais forte. Sei que preciso confiar mais nos meus passos, e com toda certeza pensar mais nos próximos. Não quero caminhar para trás de novo, não quero dar os dois passos para trás de novo, eu quero seguir em frente, andando com tranquilidade, sem correr. E agora melhor, pois prefiro não olhar para trás. As lembranças me parecem falsas, e até mesmo criadas por mim. 

É hora endurecer-me, mas sem perder a ternura jamais. Diria Ernesto, o Chê. 

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