É como se tivesse tido uma desconexão de nós. Como se simplesmente tivesse ido para outro mundo, mesmo a gente dividindo o mesmo espaço. E o mais doido, estamos apenas você e eu, e mais ninguém.
Você gosta do universo paralelo da sua galáxia, gosta de sofrer dentro dele, e me esquece por um tempo considerável.
Antes me incomodava profundamente, agora acho tolo, infantil, desnecessário e quase sadomasoquista.
É nessas horas que gosto do livre. A liberdade de poder sair de perto de você quando está assim, feito um desvairado perdido na sua própria galáxia. Não tem controle de si, e não faz questão de que o equilíbrio venha.
É essa carga pesada que talvez eu não queria mais compartilhar com você. São suas coisas, e você precisa lhe dar com elas sozinho.
Eu quero te ajudar, mas dentro da minha capacidade, dentro das minhas possibilidades, porque não pode fazer mal para mim te ajudar, e sim te fazer bem e a mim também.
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